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Projeto Indra - Tecnologias acessíveis


Headmouse


O objectivo deste projecto é proporcionar um mecanismo de interacção alternativo e de baixo custo para pessoas com mobilidade reduzida ou com problemas de apontamento que não possam utilizar um rato normal.

Um rato que se move com movimentos de cabeça

Desta forma desenvolveu-se um rato virtual que se move com movimentos de cabeça. Mediante mecanismos de visão artificial, estes movimentos de cabeça do usuário são convertidos em movimentos no ecrã. 


Headmouse 4.0

Esta versão incorpora melhoras ao HeadMouse, entre as quais se destacam: 

Foi reduzido o consumo de CPU. A versão 4.0 é a que gasta menos CPU de todas as versões realizadas até ao momento.

O consumo de memória RAM foi otimizado.

Incluiu-se um novo menu desdobrável com macros configuráveis pelo usuário. As macros podem ser programadas com sequências de teclas de qualquer tipo, como por exemplo [CTR+C] / [CTRL+V] para copiar e colar, ou [Alt+F+PAUSA+O] para aceder diretamente a uma opção de menu.

O funcionamento global do programa foi otimizado.

A solução Headmouse está disponível e pode descarregar-se gratuitamente: 


Cadernos SACAUSEF VI: «A Comunicação Aumentativa e as Tecnologias de Apoio»




Filme Gesto

O filme GESTO vai ser apresentado no próximo dia 14 de Março, no Teatro José Lúcio da Silva em Leiria.


Vão ser  apresentadas duas sessões  uma pelas  14h30 para escolas do 2º e 3º ciclos, e outra sessão às 21h30 para o público em geral. O valor dos bilhetes da sessão da noite é de 4 euros.
“GESTO” é um filme documentário que guia o espetador numa surpreendente viagem ao universo da comunidade surda, e que conjuga o Português com a Língua Gestual. Os protagonistas do filme são jovens surdos, e conta ainda com participações especiais de Alexandra Lencastre, Adriano Luz e José Raposo.
O filme conta com o apoio institucional da UNICEF, Fundação Gulbenkian e Instituto Nacional para a Reabilitação.

“Gesto” foi distinguido na categoria “Media” da II Gala da Inclusão (2011), organizada pelo Instituto Politécnico de Leiria (IPL) e pela Câmara  Municipal de Leiria.





Educação Especial: Respostas Educativas - Relatório 2010-2011



A IGEC disponibilizou hoje no seu sítio o Relatório 2010-2011 da Educação Especial - Respostas Educativas.


O relatório estrutura-se em cinco capítulos: o primeiro apresenta informação sobre os objetivos, a metodologia da intervenção e os aspetos organizativos; o segundo é dedicado ao desenvolvimento da atividade; o terceiro possui informação sobre os relatórios-síntese enviados às escolas; o quarto apresenta os resultados dos questionários de avaliação da atividade pelas escolas; e o quinto enuncia as conclusões e as recomendações.
Via Ad Duo

Cadernos SACAUSEF VI: «A Acessibilidade de Recursos Educativos Digitais»



A Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas, da Direção-Geral da Educação, no âmbito do projeto SACAUSEF, dedica a sua mais recente publicação escrita «Cadernos SACAUSEF» à temática «A Acessibilidade de Recursos Educativos Digitais». 
Este caderno é agora disponibilizado para leitura online.
In: ERTE

Manual de boas práticas para ajudar alunos com insucesso escolar

"Jovens de Futuro” é o título de novo manual destinado a divulgar as boas práticas que podem ajudar crianças e adolescentes com problemas de insucesso escolar associados ao contexto socioeconómico em que vivem.

O livro espelha o trabalho desenvolvido, desde 2008, em 10 concelhos pelos Empresários pela Inclusão Social (EPIS), que têm apoiado milhares de crianças e adolescentes no percurso escolar.
Agora, a EPIS defende a criação de uma plataforma eletrónica nacional que sinalize os casos de risco e as taxas de resolução.
Ao fim de três anos no terreno, os empresários constataram que o sistema existente funciona "muito em roda livre", com falta de articulação entre as diferentes entidades envolvidas, e manifestam-se disponíveis para colaborar com o Governo na criação de uma rede de reencaminhamento de jovens com problemas de insucesso escolar, associados ao contexto socioeconómico em que vivem.
"O nosso grande objetivo é que essa experiência possa ser transformada num sistema ou numa base de dados ou site, a nível nacional, porque existe muita falta de informação centralizada destes casos e destes fatores de risco", declarou.
"Sobretudo, não há um sistema que permita formas de acompanhamento e controlo, de avaliação destes casos, que são graves, a nível nacional, sustentou o coautor do livro.
Para Diogo Simões Pereira, existe uma entidade - a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens - que "poderia ter eventualmente um sistema informático que ajudasse, por um lado, a comunicação da sinalização a ser mais rápida", mas depois haver controlo das taxas de resolução.
"Gostaríamos muito de poder participar num projeto dessa natureza e a EPIS estaria também disponível para investir e para apoiar o Estado", avançou.
Rede de mediadores para o sucesso escolar
A EPIS tem já a experiência de uma rede de mediadores para o sucesso escolar, constituída por 40 elementos, que trabalham a tempo inteiro nas escolas com alunos de risco previamente identificados, sobretudo no 3.º Ciclo, quando se verifica o maior perigo de retenção e abandono escolar.
"Trabalhamos com os jovens para melhorarem e medimos as notas todos os períodos", explicou, acrescentando que são envolvidos neste processo os parceiros locais.
No livro, com prefácio do ex-ministro da Educação David Justino, são incluídos dados estatísticos sobre a escolaridade em Portugal e casos reais de alunos abrangidos pelo projeto.
Entre 2007 e 2010, o projecto passou por 88 escolas e cerca de 30.000 alunos.
De acordo com David Justino, a criação da EPIS foi, em 2006, "uma das mais marcantes respostas ao desafio lançado pelo presidente da República visando um compromisso dos portugueses para a inclusão social".
Além de Diogo Pereira, assinam o livro Paulo Nossa, José Manuel Canavarro, Rita Vaz Pinto e Luísa Mantas.
Os autores consideram que, perante a deteção de cenários de elevado absentismo escolar, os mecanismos colocados ao dispor da escola são "morosos e de reduzida eficácia".

Saiba o que são deficiências

A deficiência é tão antiga quanto a humanidade. Ao longo dos tempos, desde a pré-história até hoje, as pessoas sempre tiveram que decidir qual atitude adotar em relação aos membros mais vulneráveis da comunidade que precisavam de ajuda para obter alimento, abrigo e segurança, como as crianças, os velhos e as pessoas com deficiência.


Quando pensamos em quem são as pessoas com deficiência, imediatamente pensamos naquilo que as torna diferentes das demais, isto é, obviamente, a própria deficiência. É, portanto, a partir do conceito que a deficiência tem para nós que vamos nos posicionar frente às pessoas com deficiência.


Se você considerar a deficiência como uma desgraça, provavelmente vai sentir pena de uma pessoa com deficiência.


Mas você pode pensar diferente se considerar a deficiência como uma característica como outra qualquer e considerar que as dificuldades que ela enfrenta são o resultado do ambiente despreparado para recebê-la. A tecnologia moderna é uma prova de que isto é verdade. Uma pessoa com deficiência pode não conseguir subir uma escada, mas se houver um elevador ou uma rampa, ela vai estar em pé de igualdade com as outras pessoas, não é mesmo?


No Brasil, há definições médicas sobre o que é a deficiência. É importante que você as conheça, para saber como lidar com elas.


Deficiência física: Alteração completa ou parcial dos membros superiores (braços) e/ou inferiores (pernas), acarretando o comprometimento da função física. Ter uma deficiência física não significa ter um rebaixamento intelectual. Muitas pessoas fazem esta confusão. É importante saber fazer esta diferença para não ignorar o potencial desta pessoa. Geralmente, com algumas adaptações ela conseguirá acompanhar os colegas.


Deficiência auditiva: Perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando em graus e níveis, desde uma perda leve até a perda total da audição. Pode-se trabalhar com os resíduos auditivos nas atividades educacionais, através do uso de aparelhos auditivos, que amplificam o som da sala de aula, por exemplo.


Deficiência visual: abrange desde a cegueira até a visão subnormal (ou baixa visão), que é uma diminuição significativa da capacidade de enxergar, com redução importante do campo visual e da sensibilidade aos contrastes e limitação de outras capacidades. Logo, que a deficiência é constatada, existem técnicas para trabalhar o resíduo visual nas atividades educacionais, na vida cotidiana e no lazer. Usando auxílios ópticos (como óculos, lupas etc.) as pessoas com baixa visão distinguem vultos, a claridade, ou objetos a pouca distância. A visão se apresenta embaçada, diminuída e restrita em seu campo visual ou prejudicada de algum modo.


Deficiência mental [1]: Segundo a definição adotada pela AAMR (American Association of Mental Retardation – Associação Americana de Deficiência Mental) [2], a deficiência mental é um “funcionamento intelectual significativamente abaixo da média, coexistindo com limitações relativas a duas ou mais das seguintes áreas de habilidades adaptativas: comunicação, auto-cuidado, habilidades sociais, participação familiar e comunitária, autonomia, saúde e segurança, funcionalidade acadêmica, de lazer e trabalho. Manifesta-se antes dos dezoito anos de idade.”


O aluno com deficiência mental tem um potencial, que pode ser estimulado na sala de aula e através do convívio com outros alunos. Muitas pessoas confundem a deficiência mental com a doença mental (esquizofrenia, paranoias e outras), o que não é correto. São fenômenos completamente diferentes. A pessoa com deficiência mental não tem surtos, não tem ataques e não tem convulsões. É perfeitamente possível conviver com ela.


Deficiência múltipla: é a associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências primárias mental / visual / auditiva / física), com comprometimentos que acarretam consequências no seu desenvolvimento global e na sua capacidade adaptativa


Surdocegueira: é uma deficiência única que apresenta as deficiências auditiva e visual juntas em diferentes graus. A pessoa surdocega pode desenvolver diferentes formas de comunicação para entender e interagir com as pessoas, com o meio ambiente e ter acesso a informações e a uma vida social com qualidade. Para sua autonomia, a pessoa surdocega precisa de um guia-intérprete para sua orientação e mobilidade, educação e trabalho.


A surdocegueira não significa, necessariamente, que a pessoa seja totalmente cega ou surda. Podem existir resíduos visuais (baixa visão) e resíduos auditivos funcionais, suficientes para escutar uma conversação, especialmente quando é usado um aparelho auditivo.


Existem duas formas de classificar a surdocegueira:


• Surdocego pré-linguístico: crianças que nascem surdocegas ou adquirem a surdocegueira nos primeiros anos de vida, antes da aquisição de uma língua;
• Surdocego pós-linguístico: crianças, jovens ou adultos que apresentam uma deficiência sensorial primária (auditiva ou visual) e adquirem a outra após a aquisição de uma língua (Português ou Língua de sinais), ou quando ocorre a aquisição da surdocegueira sem outros precedentes.


Como se comunicar com as pessoas surdacegas?


Geralmente, usa-se o alfabeto digital, formado pelos dedos. A pessoa que se comunica com o surdocego forma as palavras, letra por letra, na mão da pessoa com deficiência. Se não souber falar, o surdocego usa o mesmo método para se comunicar.


Para surdocegos que ficaram deficientes depois de terem sido alfabetizados, a variante desse sistema é “escrever” (como se fosse num papel) sobre o braço ou a mão do surdocego. Parece muito complicado; no entanto os surdocegos se comunicam rapidamente e com muita eficiência usando esses sistemas.


In:
Filhos&Cia

Inovadora ortótese ativa para o tornozelo de indivíduos com mobilidade reduzida

(...) O DACHOR é um projeto do programa MIT Portugal, liderado por Miguel Tavares da Silva (IST) e que envolve Paulo Flores (Departamento de Engenharia Mecânica da UMinho), Carlos Vasconcelos e Jorge Martins (IST), Paulo Melo, Dava Newman e Hugh Herr (MIT). A inovação irá providenciar não só um suporte para patologias da marcha, mas também promover a reabilitação do aparelho musculosquelético. Esta característica deve-se à natureza híbrida da ortótese, que tem uma componente de atuação mecânica externa e uma componente de estimulação elétrica funcional.

“Consideramos que este projeto vai melhorar a qualidade de vida de pessoas com mobilidade reduzida e ajudar à sua integração na sociedade”, refere o professor Paulo Flores, que é também investigador do Centro de Tecnologias Mecânicas e de Materiais (CT2M) da UMinho.

A equipa do DACHOR espera que as inovações contribuam para uma melhoria da marcha, reabilitação muscular, aumento da autonomia, diminuição do consumo energético, tamanho e peso dos atuadores externos. Para o efeito, o projeto baseia-se em metodologias de dinâmica multicorpo, para modelar e otimizar a marcha humana patológica, e também em arquiteturas adaptativas de controlo inteligente de ambos os tipos de atuação. A Associação Salvador é uma entidade sem fins lucrativos que zela pela conquista dos interesses e direitos das pessoas com mobilidade reduzida, em especial dos portadores de deficiência motora.

In: Ciência Hoje

ANACOM lança Guia para Utilizadores com Necessidades Especiais

Destinado a utilizadores com necessidades especiais, o presente Guia tem como objetivo dar a conhecer os equipamentos e funcionalidades nos serviços de telefone fixo, telemóvel e Internet atualmente disponíveis em Portugal, especificamente desenvolvidos para responder às suas necessidades, bem como aqueles que, sendo de utilização generalizada, podem ter especial interesse para estes utilizadores.


Aqui vai encontrar informação útil sobre:
- equipamentos, funcionalidades e serviços de telefone fixo, telemóvel e Internet;
- serviços de informação e apoio ao cliente, faturação e listas telefónicas;
- preços especiais.


Consulte o
Guia em HTML


Pode igualmente ser solicitado em Braille, Caracteres Ampliados para o endereço fatima.meireles@anacom.pt.
In:
Rede Solidária

Curso de Formação em Boccia

Decorrerá, no próximo dia 03 de fevereiro, o Curso de Formação em Boccia no âmbito do Programa do Desporto Escolar.


Esta iniciativa, promovida pela Direção Regional de Educação do Centro, em colaboração com o Gabinete Coordenador do Desporto Escolar e com a Associação de Paralisia Cerebral de Viseu, destina-se não só aos professores com Grupos/Equipa de Boccia, mas também a todos aqueles que no contexto escolar estão ligados às atividades destinadas aos alunos com necessidades educativas especiais.

 Dirigida prioritariamente para Professores/Responsáveis com (1) experiência profissional de intervenção prática, e/ou (2) com formação básica/inicial, e/ou (3) com Grupos/Equipa de Boccia de Desporto Escolar com o objetivo de aperfeiçoamento no ensino/treino na modalidade de Boccia para alunos com deficiência/Incapacidade, alunos com necessidades educativas especiais (NEE) e alunos sem NEE e/ou deficiência/incapacidade.

 A Formação visa, também, dotar os profissionais de competências e de instrumentos com vista a participação em eventos desportivos no ano letivo 2011-2012, nomeadamente, no âmbito do Desporto Escolar (Local, Regional e Nacional).

As inscrição deverão ser enviadas até 27 de janeiro, através de E-mail, para: jorge.vilela@dgidc.min-edu.pt.

 Dados a enviar: Nome, Habilitações, Profissão, Entidade, Telemóvel.



In: DREC

Linha de brinquedos portugueses para crianças invisuais

São brinquedos coloridos, com texturas e materiais diferentes que foram concebidos “expressamente a pensar em crianças com dificuldades visuais”, explica Leonor Pereira, mestre em Engenharia Têxtil pela Universidade do Minho (UMinho), que desenvolveu a dissertação «Design Inclusivo: Tocar para Ver – Brinquedos para Crianças Cegas e de Baixa Visão».

Esta linha de divertimentos infantis visa ajudar as crianças a interagir de forma saudável com os restantes colegas. “É incluí-las a todos os níveis, proporcionar-lhes maneiras de brincar, conviver e interagir entre as duas realidades”, explica. Não basta criar peças de ‘design’ por si só, esclarece Leonor Pereira, que é professora do ensino básico há vários anos. O objectivo principal é conceber produtos com qualidade estética e táctil, que visa proporcionar uma maior integração das crianças com problemas visuais no meio envolvente.

O desenvolvimento da motricidade fina e da percepção de texturas por parte das crianças envolvidas é notório: “São brinquedos que elas podem explorar com as mãos, descobrindo as diferentes texturas, reconhecendo as formas, os pormenores, as semelhanças e as diferenças, bem como estimular a coordenação e a integração dos sentidos”.

Estas peças foram testadas por crianças de um jardim-de-infância do distrito de Aveiro, com idades compreendidas entre os três e seis anos. O feedback foi “muito positivo” e os resultados decorrentes desta nova forma de inclusão social foram vantajosos: “A interacção entre as crianças foi extremamente engraçada e enriquecedor verificar que elas perceberam o sentido da brincadeira e partilharam a mesma experiência que as restantes”, certifica a professora.

As peças foram construídas com base nas texturas, relevos e cores recorrendo, por isso, a diferentes malhas e bordados, perceptíveis através do tacto. Leonor Pereira aproveita para referir a escassez de brinquedos adaptados, obrigando os educadores a construir do zero objectos didácticos, sem terem muitas vezes formação para tal. A comercialização é uma possibilidade: “Ficamos com uma forte vontade de concretizar este projecto e torná-lo mais real, à disposição de todos”, assinalou ainda.

A pouca formação dos professores relativamente à educação especial é uma das críticas apontadas pela antiga aluna da UMinho. “É muito difícil conseguirmos perceber as necessidades das crianças cegas, autistas ou surdas. Temos sempre o apoio dos professores do ensino especial, que trabalham especificamente com eles, mas nem sempre é suficiente”, explica.

A formação inicial, a aposta em equipamentos e a adaptação dos espaços nas escolas são algumas das sugestões. Esta não é, segundo Leonor Pereira, uma sociedade completamente inclusiva, porque ainda há muitas barreiras: “As crianças com deficiências não usufruem das mesmas oportunidades do que as restantes”, conclui.

CP oferece viagens a pessoas com necessidades especiais


CP oferece viagens a pessoas com necessidades especiais


Assinala-se no próximo sábado o Dia internacional das Pessoas com Deficiência. Para marcar a data a CP vai oferecer viagens gratuitas a todos os cidadãos com necessidades especiais. A iniciativa estende-se a toda a rede nacional, quer a nível suburbano, quer de longo curso.

Num comunicado divulgado no seu site, a empresa de Caminhos de Ferro portugueses anuncia que vão ser disponibilizadas deslocações gratuitas a todos os cidadãos com algum tipo de deficiência durante todo o dia 3 de Dezembro. Além dos clientes com necessidades, também o respetivo acompanhante terá direito a uma viagem gratuita.

A ação estende-se a todos os comboios da CP e a todas as linhas do país. Para aceder ao serviço basta que apresente na hora da compra do bilhete a "Certidão Multiusos, o Cartão de Deficiente ou o Cartão de Deficiente das Forças Armadas", esclarece a nota.

A CP disponibiliza ainda acompanhamento no embarque e desembarque dos cidadãos que não se façam acompanhar por mais ninguém. Essa ajuda deve ser requisitada até 48 horas antes da viagem através do serviço SIM - Serviço Integrado de Mobilidade.

O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência assinala-se desde 1998, altura em que foi instituída pela ONU. O objetivo da data é promover uma maior compreensão dos assuntos relacionados com a deficiência, assim como defender a dignidade e direitos destas pessoas.