Seminário: “A Educação Inclusiva e a Família”





Bem-vindo ao Seminário: “A Educação Inclusiva e a Família” promovido pela Associação Nacional de Docentes de Educação Especial e pela Federação de Associações de Pais do Concelho de Oeiras. 

Neste Seminário contaremos com a presença, entre outros, do Prof. Doutor David Rodrigues, Dr. Joaquim Colôa e Dr.ª Ivone Félix, que na conferência e diferentes mesas abordarão as seguintes temáticas: “A Família no Contexto da Educação Inclusiva” e “A relação Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) e Escola”. 

Foi preocupação da Comissão Organizadora promover um evento que fosse ao encontro dos interesses e motivações de todos aqueles, que por uma razão ou outra, se encontram ligados à Educação Especial e Inclusiva, sejam docentes, famílias ou profissionais na área. 

Esperamos que se junte a nós para tornar este evento memorável. 

Contamos consigo! 



Data: 23 de junho de 2012 

Das 8h30 às 18h00 

Local: Auditório do CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE NOVA OEIRAS 

Preço da inscrição: 10 euros (almoço incluído) 


Data limite de inscrição: 20 de junho de 2012 

A ORGANIZAÇÃO


CCTIC da Universidade de Aveiro promove Workshop Gratuito sobre Tecnologias de Apoio Gratuitas

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O Centro de competência TIC da Universidade de Aveiro (CCTIC-UA) promove um Workshop Gratuito sobre soluções gratuitas de acessibilidade para alunos com NEE.

Pretende dar a conhecer algumas opções gratuitas para a adaptação de contextos educativos digitais de alunos com Necessidades Educativas Digitais.

Irá realizar-se no próximo dia 28 de Maio de 2012 das 14:30h às 17:30h na sala sala C1.52 do Departamento de Educação da Universidade de Aveiro.

Pretende dar a conhecer algumas opções gratuitas para a adaptação de contextos educativos digitais de alunos com Necessidades Educativas Digitais.

É dirigido a qualquer docente, a técnicos e outros interessados em Educação Especial.

O Workshop da responsabilidade do CCTIC UA é gratuito mas de inscrição obrigatória, através do seguinte formulário.
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

Mais formações do CCTIC-UA aqui.

Projeto Indra - Tecnologias acessíveis


Headmouse


O objectivo deste projecto é proporcionar um mecanismo de interacção alternativo e de baixo custo para pessoas com mobilidade reduzida ou com problemas de apontamento que não possam utilizar um rato normal.

Um rato que se move com movimentos de cabeça

Desta forma desenvolveu-se um rato virtual que se move com movimentos de cabeça. Mediante mecanismos de visão artificial, estes movimentos de cabeça do usuário são convertidos em movimentos no ecrã. 


Headmouse 4.0

Esta versão incorpora melhoras ao HeadMouse, entre as quais se destacam: 

Foi reduzido o consumo de CPU. A versão 4.0 é a que gasta menos CPU de todas as versões realizadas até ao momento.

O consumo de memória RAM foi otimizado.

Incluiu-se um novo menu desdobrável com macros configuráveis pelo usuário. As macros podem ser programadas com sequências de teclas de qualquer tipo, como por exemplo [CTR+C] / [CTRL+V] para copiar e colar, ou [Alt+F+PAUSA+O] para aceder diretamente a uma opção de menu.

O funcionamento global do programa foi otimizado.

A solução Headmouse está disponível e pode descarregar-se gratuitamente: 


I Conferência Ferramentas e Inovação na Educação Especial



A PsicoSoma apresenta este ano a I Edição da sua Conferência Ferramentas e Inovação na Educação Especial, a realizar no dia 16 de Junho, das 9:30 às 17:00 no Auditório CasaPiano, na cidade de Lisboa, mais precisamente em Belém.


A I Conferência Ferramentas e Inovação na Educação Especial PsicoSoma 2012 visa abordar as ferramentas e inovações desenvolvidas na área da educação especial, os projectos inovadores, novas aplicações, bem como estudos inovadores e actuais, de modo a possibilitar ao público um dia de actualização.


Com a colaboração da Casa Pia e do Centro ABA, a PsicoSoma pretende dar continuidade a um evento que marca a cidade e a sua região, permitindo um acesso a conteúdos de qualidade, inovadores e actuais, por parte da comunidade profissional.


A I Conferência Ferramentas e Inovação na Educação Especial tem já confirmado os seguintes oradores: Ana Isabel Severino (Terapeuta da Fala na CERCI Lisboa),Diana Tereso Coelho (Técnica Superior de Educação Especial); Fernando Rodrigues (CEO da PsicoSoma e Lovebox), Marta Poppe (Arte Terapeuta), Monica Savà (Dança Terapeuta), Joana Rombert (Terapeuta da Fala – Serviço de Pediatra do Hospital Santa Maria), Jorge Serrano (Director da Escola Superior de Educação Almeida Garrett – Grupo Lusófona), Maria Lopes (Diretora Técnica Centro Infantil Nuclisol Jean Piaget UDI de Santo André), Luís Querido (Psicólogo Clínico), Marco Simões (Investigador na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra), Natacha Mascarenhas (Psicóloga Clínica, Arte Terapeuta e Arte Psicoterapeuta S.P.A.T.) e Reut Peleg(Directora Clínica e Geral do Centro ABA).




Para informações mais detalhadas sobre o programa das conferências, oradores e inscrições, consultar aqui

Cafeína é benéfica para tratamento da hiperactividade infantil

Um estudo realizado por investigadores da Universidade de Coimbra (UC) indica que a cafeína é benéfica para tratar a hiperatividade das crianças, disse hoje à agência Lusa o coordenador da investigação, Rodrigo Cunha.

Os investigadores procuram agora financiamento estrangeiro para continuar a desenvolver o estudo.

A administração de cafeína em doses equivalentes a três ou quatro chávenas de café por dia "controla o défice de atenção e hiperatividade, sem causar efeitos secundários", refere a UC em nota hoje divulgada a propósito do estudo.

A hiperatividade é atualmente controlada com a ritalina, fármaco derivado da anfetamina, que tem como um dos efeitos secundários a dependência.

"O que aqui se coloca não é dar café às crianças mas poder medicá-las com cafeína e identificar como ela atua" no cérebro, frisou Rodrigo Cunha, investigador de Neurocirurgia e docente da Faculdade de Medicina da UC.

Para este investigador, "é seguro afirmar que o consumo de café é benéfico em crianças e adolescentes, mas a clínica deve obedecer a todo um protocolo".

Os resultados obtidos carecem "de ensaios clínicos e, por isso, não devemos, ainda, recomendar aos cuidadores de crianças hiperativas a inserção de café na sua dieta", frisou.

Desenvolvida ao longo dos últimos três anos, a investigação veio demonstrar que a cafeína "restabelece a função da dopamina enquanto neurotransmissor do cérebro (com um papel muito importante no comportamento e cognição)" e permitiu evidenciar "modificações que ocorrem no cérebro em situações de défice de atenção e hiperatividade".

A inovação do estudo desenvolvido pela equipa da UC e Centro de Neurociências de Coimbra está, segundo Rodrigo Cunha, "no uso da cafeína em modelos animais para tratar do défice de atenção, o que abre caminho para se confirmar se a sua administração no homem causa menores riscos que a anfetamina e, a partir daí, desenvolver um novo fármaco".

Ao nível dos efeitos secundários, "o grande problema das anfetaminas é criar uma dependência muito marcada e a perda de eficiência ao longo do tempo, além de estar associada a uma maior propensão a processos irreversíveis de consumo de outros fármacos e drogas", explicou.

O estudo vai agora centrar-se no desenvolvimento de químicos semelhantes à cafeína, a serem validados em animais, disse o investigador, que procura financiamento fora do país.

"Estou neste momento a escrever uma proposta, a solicitar novo financiamento, mais uma vez aos Estados Unidos (National Institute of Health, que financiou o estudo pré-clínico)", afirmou o investigador, que viu o projeto ser recusado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Para os ensaios clínicos posteriores, de validação no homem dos dados obtidos em animais, é necessário "cerca de um milhão de euros", mas Rodrigo Cunha está ciente de que esse financiamento virá "sempre de fora de Portugal".

Na Europa, disse, sete por cento das crianças estão medicadas devido a défice de atenção e hiperatividade e estima-se que nos Estados Unidos sejam 20 por cento.

Regra geral, explicou, a patologia surge por volta dos nove anos de idade e "atinge o pico" de modificação de comportamento, que afeta o dia a dia da criança no seu desempenho escolar e interação social, aos 13/14 anos, idade a partir da qual surge o "perfil claramente patológico".

In: I online

Menina sem mãos vence concurso de caligrafia

Uma menina de sete anos, que nasceu sem as duas mãos, venceu a categoria do Concurso Nacional de Caligrafia dos EUA dirigida as pessoas com deficiência. Como prémio, Annie Clark, de Pittsburg, recebeu um troféu e mil dólares (cerca de 770 euros).

Esta categoria especial do Concurso Anual de Caligrafia dos Estados Unidos - que já vai na 21 edição - foi inaugurada este ano, em homenagem ao estudante Maxim Nicholas, que também nasceu sem mãos e usa o antebraço para escrever mas mesmo assim fez questão de participar na edição do concurso de 2011.

A categoria Maxim Nicholas, agora inaugurada com o nome do aluno, está a aberta a alunos com deficiência física, intelectual ou cognitiva. Um outro prémio da recém inaugurada categoria foi atribuído a um estudante de Ohio que tem uma limitação visual.

“A Annie sempre foi muito determinada e muito independente, vestindo-se e comendo sozinha …Ela até anda de bicicleta e faz natação. Ela acha que não há nada que não consiga fazer", disse o pai da criança citado pelo jornal Pittsburgh Post-Gazett.
Annie foi adotada por Tom e Mary Ellen Clark e tem oito irmãos – cinco deles, adotivos. Quatro dos filhos adotivos do casal têm deficiências que afetam as mãos ou os braços. Outras duas meninas têm síndrome de Down.


Fotógrafa invisual capta mundo com os olhos da alma




Amy Hildebrand nasceu cega devido ao albinismo, um raro distúrbio hereditário no organismo que impede a produção de melanina. Mas recuperou parte da visão - vê algumas cores, formas e sombras -, tornou-se famosa como fotógrafa, e está quase a concluir o seu projeto 1000 Fotos em 1000 Dias, publicadas diariamente no seu blogue 'With Little Sound'.


Para ver mais algumas fotografias, aqui.


In: Expresso online